Dia 30 de junho, cidade-fortaleza de Zanthar
O dia quente de verão estava chegando ao fim. As tavernas de Zanthar começavam a encher com os moradores que iriam aproveitar o clima para tomar umas cervejas e conversar.
Na Praça do Comércio, dezenas e dezenas de carroças eram descarregadas com os mais variados produtos e especiarias vindas de todos os cantos do reino.
Zanthar é uma cidade-fortaleza, situada no alto da montanha nominada Pico das Estrelas. O solo rochoso e pouco propício ao cultivo, que a cerca, faz com que o grande negócio seja o comércio de produtos vindos de outras regiões de Iggspur e de reinos vizinhos.
Apesar do clima tranqüilo e do fim de dia agradável, o assunto recorrente nas tavernas e ruas, ainda era a notícia da chegada dos refugiados de Agramar , ocorrida a três dias, trazendo notícias de que um exército de gnolls havia atacado as vilas na fronteira entre Iggspur e Agramar.
Por precaução, o Regente da cidade, líder da Ordem dos Dragões Prateados, resolveu enviar uma guarnição para investigar a veracidade das informações.
Três dias haviam se passado e a guarnição ainda não tinha retornado. Esse fato começava a incomodar a Ordem dos Paladinos que governavam a cidade, pois a fronteira entre os reinos ficava a meio-dia de viagem.
E a situação tornou-se mais tensa, quando no fim desta tarde, quatro refugiados passaram pelos portões. Eram Iggspurianos, lenhadores e caçadores, que viviam na floresta à norte da cidade. As notícias que trouxeram era a de que Gnolls e Ogros haviam atacado a aldeia. Eles eram os únicos sobreviventes dos 30 moradores.
Diante desse novo fato, o Conselho dos Dragões decidiu convocar todos os soldados e paladinos que estavam de licença. Deveriam se apresentar até a manhã seguinte. Também enviaram, naquela mesma noite, mensageiros para a capital e para outras cidades no reino, comunicando dos ataques.
A segurança nas muralhas foi reforçada e outras guarnições foram enviadas para rondas ao longo das Estradas que tinham Zanthar como ponto de encontro.
Era preciso descobrir mais o que estava acontecendo e, ao mesmo tempo, garantir que a cidade não ficasse isolada do resto de Iggspur.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
KHAOS REPORT #002 ( Sessão dia 16.10.2010)
Mâsh entra na sala após o impacto com a porta. Ainda buscando reequilibrar-se, procura inimigos no local mas não vê ninguém. Em seguida entra Horven seguido dos demais.
O aposento em que estão é uma caverna com paredes naturais formando um círculo irregular tendo um corredor a nordeste e outro a noroeste. À frente destes corredores, há barricadas de cerca de um metro de altura, feitas de pedras extraídas das paredes do local. Entre essas barricadas, praticamente em frente à porta de entrada, há outra, mas esta de barris de madeira. Quase no centro da câmara encontram os restos de uma fogueira e, ao redor dela, três colchonetes de palha, bem surrados e velhos.
“Que diabos é isso?” – pergunta Horven, posicionando-se próximo à uma das barricadas de pedras.
Northolt aproxima-se de um dos barris. Tira a tampa e vê que está cheio do areião avermelhado que cobre todo o chão do recinto. Com esse areião escorrendo entre os dedos, responde à questão do anão.
“Parece que é a entrada de uma guarnição dos Hobgoblins que o Mâsh comentou. Eles usam esses muros de pedra como proteção contra invasores...”
Herewald interrompe o meio-elfo.
“Seja quem for, esteve aqui a pouco mais de duas horas. Essa fogueira ainda tem um resquício de ter sido usada nesse tempo. E pegadas recentes parecem seguir pelo corredor à direita.” – completa o ladino, agora revirando os colchonetes em busca de qualquer sinal importante.
“Então vamos por lá!” – exalta Gilkan, estreitando os olhos para tentar ver na escuridão do corredor à frente.
Paella pega uma de suas tochas e a acende. Ele segue sozinho pelo corredor à direita, movendo-se silenciosamente, deixando os demais na câmara de entrada.
Mâsh apóia o machado no chão e debruça-se sobre ele, comentando como se pensasse alto.
“Porque tá cuidando desse jeito, se eu fiz um barulhão quando arrebentei a porta?”
Herewald, diante da lógica simples do bárbaro, não conseguiu segurar uma risada. Horven também riu e Northolt, mais sério, tentou fazê-los ficar em silêncio. Ao que o Goliath responde.
“Ué, é verdade! Se tinha alguém nos corredores, eles sabem que ‘tâmo aqui!”
Alheio ao que ocorria na câmara, Paella avança cautelosamente. Ele não ouve nada no corredor à frente, mas seu treinamento como um dos Lâminas Prateadas despertou uma espécie de sexto sentido que o avisava que algo estava errado. Ele parou e arremessou a tocha acesa alguns metros à frente no corredor.
A luz daquela tocha revelou, entre as sombras bruxuleantes, que aquele corredor em que estava abria-se em uma passagem mais larga. Lá, pequenas criaturas dracônicas estavam prontas para uma emboscada, protegidas por barricadas de pedras e barris, semelhantes às encontradas na entrada.
O Eladrin não pensou duas vezes e correu de volta para perto de seus companheiros, gritando no corredor.
“PESSOAL!!! TEM BICHINHOS AQUI!!!”
Embora fosse treinado como uma Lâmina, ele ainda era um Eladrin recém adolescente, e naquele momento a surpresa da eminência de um combate contra criaturas desconhecidas, e sozinho, aceleravam seu coração e faziam-no ter aquela atitude. Sabia que era infantil e inapropriada, mas o senso de sobrevivênica era mais forte e o fez agir sem pensar.
Atrás dele, só ouvia a comunicação das criaturas em uma língua que ele não entendia.
CONTINUA...
O aposento em que estão é uma caverna com paredes naturais formando um círculo irregular tendo um corredor a nordeste e outro a noroeste. À frente destes corredores, há barricadas de cerca de um metro de altura, feitas de pedras extraídas das paredes do local. Entre essas barricadas, praticamente em frente à porta de entrada, há outra, mas esta de barris de madeira. Quase no centro da câmara encontram os restos de uma fogueira e, ao redor dela, três colchonetes de palha, bem surrados e velhos.
“Que diabos é isso?” – pergunta Horven, posicionando-se próximo à uma das barricadas de pedras.
Northolt aproxima-se de um dos barris. Tira a tampa e vê que está cheio do areião avermelhado que cobre todo o chão do recinto. Com esse areião escorrendo entre os dedos, responde à questão do anão.
“Parece que é a entrada de uma guarnição dos Hobgoblins que o Mâsh comentou. Eles usam esses muros de pedra como proteção contra invasores...”
Herewald interrompe o meio-elfo.
“Seja quem for, esteve aqui a pouco mais de duas horas. Essa fogueira ainda tem um resquício de ter sido usada nesse tempo. E pegadas recentes parecem seguir pelo corredor à direita.” – completa o ladino, agora revirando os colchonetes em busca de qualquer sinal importante.
“Então vamos por lá!” – exalta Gilkan, estreitando os olhos para tentar ver na escuridão do corredor à frente.
Paella pega uma de suas tochas e a acende. Ele segue sozinho pelo corredor à direita, movendo-se silenciosamente, deixando os demais na câmara de entrada.
Mâsh apóia o machado no chão e debruça-se sobre ele, comentando como se pensasse alto.
“Porque tá cuidando desse jeito, se eu fiz um barulhão quando arrebentei a porta?”
Herewald, diante da lógica simples do bárbaro, não conseguiu segurar uma risada. Horven também riu e Northolt, mais sério, tentou fazê-los ficar em silêncio. Ao que o Goliath responde.
“Ué, é verdade! Se tinha alguém nos corredores, eles sabem que ‘tâmo aqui!”
Alheio ao que ocorria na câmara, Paella avança cautelosamente. Ele não ouve nada no corredor à frente, mas seu treinamento como um dos Lâminas Prateadas despertou uma espécie de sexto sentido que o avisava que algo estava errado. Ele parou e arremessou a tocha acesa alguns metros à frente no corredor.
A luz daquela tocha revelou, entre as sombras bruxuleantes, que aquele corredor em que estava abria-se em uma passagem mais larga. Lá, pequenas criaturas dracônicas estavam prontas para uma emboscada, protegidas por barricadas de pedras e barris, semelhantes às encontradas na entrada.
O Eladrin não pensou duas vezes e correu de volta para perto de seus companheiros, gritando no corredor.
“PESSOAL!!! TEM BICHINHOS AQUI!!!”
Embora fosse treinado como uma Lâmina, ele ainda era um Eladrin recém adolescente, e naquele momento a surpresa da eminência de um combate contra criaturas desconhecidas, e sozinho, aceleravam seu coração e faziam-no ter aquela atitude. Sabia que era infantil e inapropriada, mas o senso de sobrevivênica era mais forte e o fez agir sem pensar.
Atrás dele, só ouvia a comunicação das criaturas em uma língua que ele não entendia.
CONTINUA...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
MAPA DE IGGSPUR (Atualizado em 26.10.2010)
O mapa que apresento neste momento contém alguns pontos já conhecidos e referenciados nos posts de histórico dos personagens, outros ainda a serem explorados ao longo da campanha.
Mas é importante que ele seja apresentado, para que os heróis (e jogadores) já tomem uma visão espacial de como é o reino e os locais de interesse.
Este mapa será atualizado sempre que se fizer necessário, sendo que outros locais podem aparecer e até mesmo outros reinos. Tudo dependerá do desenvolvimento da estória.
Espero que gostem!
Mas é importante que ele seja apresentado, para que os heróis (e jogadores) já tomem uma visão espacial de como é o reino e os locais de interesse.
Este mapa será atualizado sempre que se fizer necessário, sendo que outros locais podem aparecer e até mesmo outros reinos. Tudo dependerá do desenvolvimento da estória.
Espero que gostem!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
KHAOS REPORT #001 ( Sessão dia 16.10.2010)
No último dia 16.10.2010, rolou uma sessão de jogo da campanha “A ERA DO KHAOS”.
Após muito tempo, a mesa estava cheia de jogadores novamente e a sessão de jogo rolou muito legal, com os heróis tendo vários desafios, os quais passo a romancear agora.
REPORT #001
Herewald ajoelhou-se diante da velha porta de madeira. Observou pelas frestas que as tábuas deixavam e viu que na sala além havia dois amontoados de rochas, como se fossem pequenos muros, e três barris de madeira postos lado a lado, alguns metros à frente da porta.
Ele olhou para os companheiros que começavam a se aglomerar ao seu redor, e pediu espaço e silêncio para poder trabalhar.
Observou minuciosamente a fechadura da porta, procurando possíveis armadilhas e também a forma como poderia ser aberta.
Mâsh observava a cena de longe. Aquele grupo não condizia com o inimigo que já perseguia há dias e que descobriu habitarem aquele local. Achou por bem, avisar aquele grupo de jovens incautos, dos perigos que poderiam encontrar.
Assim, aproximou-se do grupo silenciosamente e só anunciou sua presença quando a menos de 2 metros de Horven.
“Ei! O que querem aí?”
O anão girou nos calcanhares rapidamente. Os olhos esbugalhados pelo susto, não conseguiu responder à pergunta do estranho que aparecera tão subitamente. Apenas balbuciava desconexamente.
Apesar de surpreso, Northolt foi o primeiro a recompor-se e responder a Mâsh.
“Quem é você estranho? Porque aproximar-se tão sorrateiramente?”
“Eu sou Mâsh, do Clã dos Corvos Seculares! Tô seguindo um grupo de Hobgoblins por vários dias e descobri que eles moram nesse lugar que vocês querem entrar! Só quero avisar do perigo que vocês correm entrando aí.”
"Uhn! Então a Guerra chegou às montanhas. Pra você estar aqui, escondido, acredito que seu povo foi atacado. Obrigado Mâsh... pelo aviso! Eu sou Northolt, soldado de Furiondy! E estes são Paella, Horven, Herewald e Gilkan.”
O Goliath saúda cada um com um leve aceno de cabeça e depois refaz a pergunta, ainda sem resposta.
“'Cê não respondeu: o que querem aí?”
Nesse momento, antes que o meio-elfo pudesse responder, ele sente algo bater em sua armadura. Ao virar-se, vê a chave-mestra de Herewald caída aos seus pés. Olhando para o ladino, ele está com um sorriso amarelo no rosto e exclama.
“Aí, meus amigos, não tem armadilha nessa porta não. Mas tem um pequeno problema, não consegui abrir a fechadura!”
O meio-elfo, ainda meio atordoado com a sucessão de coisas, agradece ao companheiro pela informação e então se vira para Mâsh:
"Enquanto atravessávamos a passagem, fomos atacados por aranhas gigantes. Depois de matá-las, encontramos essa porta e decidimos verificar o que há além dela! Bem, já que você sabe dos perigos que tem aí, por que não vem conosco?"
"'Cê é o chefe aqui?" – Mâsh pergunta antes de responder a Northolt.
"Sim. Na verdade eu cuido da segurança de minha equipe! E se você for conosco, deverá obedecer às ordens, ou então estará fora!”
O bárbaro faz uma feição fechada, não gostando muito da autoridade que o meio-elfo tenta passar, e responde após alguns segundos.
“Eu vou com ‘cês, porque tenho interesses próprios para entrar nesse local. Mas não obedeço nenhum d’ocês. ‘Tâmo do mesmo lado, então trabalho junto... mas ‘cê não é meu chefe!”
Northolt sabe que a presença do bárbaro é importante para o grupo, pois sua força poderá ajudá-los. Sabendo disto, resolve aceitar os termos do Goliath.
“Está bem, Mâsh dos Corvos Seculares. Vamos trabalhar juntos! Nosso amigo não conseguiu arrombar a fechadura dessa porta. Será que você pode derrubá-la para que possamos investigar o lugar?”
“Com prazer!” – Mâsh abre um largo sorriso enquanto prepara seu machado para servir de aríete contra a porta.
Herewald apressa-se em sair do caminho do Goliath que corre na direção da velha porta de madeira e a arrebenta de uma só vez com seu machado à frente do corpo.
CONTINUA...
Após muito tempo, a mesa estava cheia de jogadores novamente e a sessão de jogo rolou muito legal, com os heróis tendo vários desafios, os quais passo a romancear agora.
REPORT #001
Herewald ajoelhou-se diante da velha porta de madeira. Observou pelas frestas que as tábuas deixavam e viu que na sala além havia dois amontoados de rochas, como se fossem pequenos muros, e três barris de madeira postos lado a lado, alguns metros à frente da porta.
Ele olhou para os companheiros que começavam a se aglomerar ao seu redor, e pediu espaço e silêncio para poder trabalhar.
Observou minuciosamente a fechadura da porta, procurando possíveis armadilhas e também a forma como poderia ser aberta.
Mâsh observava a cena de longe. Aquele grupo não condizia com o inimigo que já perseguia há dias e que descobriu habitarem aquele local. Achou por bem, avisar aquele grupo de jovens incautos, dos perigos que poderiam encontrar.
Assim, aproximou-se do grupo silenciosamente e só anunciou sua presença quando a menos de 2 metros de Horven.
“Ei! O que querem aí?”
O anão girou nos calcanhares rapidamente. Os olhos esbugalhados pelo susto, não conseguiu responder à pergunta do estranho que aparecera tão subitamente. Apenas balbuciava desconexamente.
Apesar de surpreso, Northolt foi o primeiro a recompor-se e responder a Mâsh.
“Quem é você estranho? Porque aproximar-se tão sorrateiramente?”
“Eu sou Mâsh, do Clã dos Corvos Seculares! Tô seguindo um grupo de Hobgoblins por vários dias e descobri que eles moram nesse lugar que vocês querem entrar! Só quero avisar do perigo que vocês correm entrando aí.”
"Uhn! Então a Guerra chegou às montanhas. Pra você estar aqui, escondido, acredito que seu povo foi atacado. Obrigado Mâsh... pelo aviso! Eu sou Northolt, soldado de Furiondy! E estes são Paella, Horven, Herewald e Gilkan.”
O Goliath saúda cada um com um leve aceno de cabeça e depois refaz a pergunta, ainda sem resposta.
“'Cê não respondeu: o que querem aí?”
Nesse momento, antes que o meio-elfo pudesse responder, ele sente algo bater em sua armadura. Ao virar-se, vê a chave-mestra de Herewald caída aos seus pés. Olhando para o ladino, ele está com um sorriso amarelo no rosto e exclama.
“Aí, meus amigos, não tem armadilha nessa porta não. Mas tem um pequeno problema, não consegui abrir a fechadura!”
O meio-elfo, ainda meio atordoado com a sucessão de coisas, agradece ao companheiro pela informação e então se vira para Mâsh:
"Enquanto atravessávamos a passagem, fomos atacados por aranhas gigantes. Depois de matá-las, encontramos essa porta e decidimos verificar o que há além dela! Bem, já que você sabe dos perigos que tem aí, por que não vem conosco?"
"'Cê é o chefe aqui?" – Mâsh pergunta antes de responder a Northolt.
"Sim. Na verdade eu cuido da segurança de minha equipe! E se você for conosco, deverá obedecer às ordens, ou então estará fora!”
O bárbaro faz uma feição fechada, não gostando muito da autoridade que o meio-elfo tenta passar, e responde após alguns segundos.
“Eu vou com ‘cês, porque tenho interesses próprios para entrar nesse local. Mas não obedeço nenhum d’ocês. ‘Tâmo do mesmo lado, então trabalho junto... mas ‘cê não é meu chefe!”
Northolt sabe que a presença do bárbaro é importante para o grupo, pois sua força poderá ajudá-los. Sabendo disto, resolve aceitar os termos do Goliath.
“Está bem, Mâsh dos Corvos Seculares. Vamos trabalhar juntos! Nosso amigo não conseguiu arrombar a fechadura dessa porta. Será que você pode derrubá-la para que possamos investigar o lugar?”
“Com prazer!” – Mâsh abre um largo sorriso enquanto prepara seu machado para servir de aríete contra a porta.
Herewald apressa-se em sair do caminho do Goliath que corre na direção da velha porta de madeira e a arrebenta de uma só vez com seu machado à frente do corpo.
CONTINUA...
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
(HORVEN) Em busca da armadura perfeita!
Era mais um final de dia cansativo. Horven sentia seus músculos exauridos por tanto trabalhar nos metais. E também sentia a frustração de não materializar uma armadura que julgasse digna de Moradin.
Não adiantaria pensar muito neste dia, melhor descansar e começar tudo de novo no outro dia. Queria conversar prontamente com seu Avô, mas lembrara do Conclave, não queria incomodá-lo. Resolveu apenas descansar.
Um novo dia chegara e mesmo antes do sol raiar, estava de pé a caminho da fornalha. Sua mente dispersa, quase o fez desperceber seu mestre Glênio aproximando-se para uma conversa. Mestre como é, Glenio logo percebeu as aflições de Horven e buscou aconselhar seu jovem pupilo.
Foi nesse momento, que Horven recebeu as palavras que levaria para toda sua vida: Não é a armadura que protegerá o Anão, mas sim a fé em Moradin que o levará a subjugar seus inimigos.
“Não tenha medo meu jovem, Moradin já está orgulhoso de você. Mas ficará mais quando chutar os traseiros dos nossos inimigos!”
A risada dos dois ecoou caminho a fora até onde se separaram. As palavras de Glenio foram à força que Horven precisava para enfim conseguir materializar a armadura que intitulou: “Protetora”.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
ZANTHAR: A cidade-fortaleza na fronteira leste de Iggspur
A ambientação e o cenário são importantes para qualquer campanha de RPG.
Quando mestramos em um cenário já escrito, apenas citamos os locais e os jogadores já sabem como é amabientação de cada um deles.
Mas quando o DM cria o cenário, ou faz uma miscelânea entre eles, é preciso trabalhar um pouco essa ambientação.
Por isso, aqui trato um pouco sobre a cidade de Zanthar. Uma cidade na fronteira leste do reino de Iggspur, e que foi o ponto de partida do personagem Gilkan, o Bruxo.
A Cidade de Zanthar
Zanthar é a cidade do reino de Iggspur que fica mais próxima na fronteira leste.
Ela formou-se no entorno de uma fortaleza no alto do Picos das Estrelas, uma enorme montanha que guarda o desfiladeiro que liga os dois reinos.
Com o crescimento da cidade, e os constantes ataques de orcs, trolls e gigantes da colina, os governantes decidiram cercá-la com uma muralha, o que deu mais proteção aos moradores.
Após a Guerra ter eclodido, Zanthar tornou-se um porto seguro para vários refugiados vindos do reino vizinho. Houve um inchamento natural com pessoas vindas de várias partes. Uma miscelânea de raças formou-se desde então, sendo que a predominância é de humanos e draconatos.
Governo e Situação Atual
A Cidade de Zanthar é governada pela Ordem de Paladinos Dragões Prateados, que cultuam há centenas de anos o deus Bahamut. A Ordem é juramentada ao Rei Iliadas, e matém a fronteira leste de Iggspur livre das incursões inimigas.
Atualmente Zanthar é uma cidade fortaleza, que pouco produz para a economia do reino. No passado, antes da Guerra, era o principal ponto de distribuição das caravanas mercantes. Todas as rotas de comércio ao leste da capital, passavam por Zanthar. As planície ao redor da fortaleza tornaram-se pouco produtivas, pois os constantes combates transformaram-nas em campos de morte e destruição.
Os moradores de Zanthar ainda realizam um bom comércio, mas longe dos dias de glória.
A Traição dos Tieflings
Após 2 anos de Guerra, os Drows, como última tentativa de invadir a fronteira leste de Iggspur, invocaram demônios para engrossar suas fileiras e espalhar o terror na região. Dezenas deles responderam ao chamados dos invocadores negros. Não demorou muito, para que uma traição quase derrubasse a cidade de Zanthar.
Centenas de Tieflings que moravam na cidade e região, foram seduzidos pelas promessas dos demônios convocados pelos Drows, e com isso, iniciaram vários atos de traição contra o reino que era o seu lar.
Quase 6 meses se passaram até que houve a descoberta da traição. Os exércitos inimigos já estavam às portas de Zanthar, prontos para o desfecho de sua ação.
Os membros mais antigos da Ordem dos Dragões Prateados saíram da fortaleza e enfrentaram os demônios em campo aberto. Muitos deles pereceram, mas fizeram com que os inimigos voltassem para além das fronteiras de Iggspur.
A população de Zanthar, revoltada, caçou e exterminou os Tieflings que não conseguiram fugir da cidade. Aqueles Tieflings que não se envolveram na traição, foram também caçados. Os que tiveram sorte, escaparam da execução.
Mas desde então, os draconatos e humanos que moram em Zanthar têm desprezo, desconfiança e repulsa pelos Tieflings que ainda residem na cidade e região. Alguns deles decidiram pelo exílio voluntário. Outros, ainda residem na cidade.
A história da Traição correu todo o reino de Iggspur, e os Tieflings que moram em todo o reino são execrados e humilhados pelo que seus comuns fizeram em Zanthar.
Quando mestramos em um cenário já escrito, apenas citamos os locais e os jogadores já sabem como é amabientação de cada um deles.
Mas quando o DM cria o cenário, ou faz uma miscelânea entre eles, é preciso trabalhar um pouco essa ambientação.
Por isso, aqui trato um pouco sobre a cidade de Zanthar. Uma cidade na fronteira leste do reino de Iggspur, e que foi o ponto de partida do personagem Gilkan, o Bruxo.
A Cidade de Zanthar
Zanthar é a cidade do reino de Iggspur que fica mais próxima na fronteira leste.
Ela formou-se no entorno de uma fortaleza no alto do Picos das Estrelas, uma enorme montanha que guarda o desfiladeiro que liga os dois reinos.
Com o crescimento da cidade, e os constantes ataques de orcs, trolls e gigantes da colina, os governantes decidiram cercá-la com uma muralha, o que deu mais proteção aos moradores.
Após a Guerra ter eclodido, Zanthar tornou-se um porto seguro para vários refugiados vindos do reino vizinho. Houve um inchamento natural com pessoas vindas de várias partes. Uma miscelânea de raças formou-se desde então, sendo que a predominância é de humanos e draconatos.
Governo e Situação Atual
A Cidade de Zanthar é governada pela Ordem de Paladinos Dragões Prateados, que cultuam há centenas de anos o deus Bahamut. A Ordem é juramentada ao Rei Iliadas, e matém a fronteira leste de Iggspur livre das incursões inimigas.
Atualmente Zanthar é uma cidade fortaleza, que pouco produz para a economia do reino. No passado, antes da Guerra, era o principal ponto de distribuição das caravanas mercantes. Todas as rotas de comércio ao leste da capital, passavam por Zanthar. As planície ao redor da fortaleza tornaram-se pouco produtivas, pois os constantes combates transformaram-nas em campos de morte e destruição.
Os moradores de Zanthar ainda realizam um bom comércio, mas longe dos dias de glória.
A Traição dos Tieflings
Após 2 anos de Guerra, os Drows, como última tentativa de invadir a fronteira leste de Iggspur, invocaram demônios para engrossar suas fileiras e espalhar o terror na região. Dezenas deles responderam ao chamados dos invocadores negros. Não demorou muito, para que uma traição quase derrubasse a cidade de Zanthar.
Centenas de Tieflings que moravam na cidade e região, foram seduzidos pelas promessas dos demônios convocados pelos Drows, e com isso, iniciaram vários atos de traição contra o reino que era o seu lar.
Quase 6 meses se passaram até que houve a descoberta da traição. Os exércitos inimigos já estavam às portas de Zanthar, prontos para o desfecho de sua ação.
Os membros mais antigos da Ordem dos Dragões Prateados saíram da fortaleza e enfrentaram os demônios em campo aberto. Muitos deles pereceram, mas fizeram com que os inimigos voltassem para além das fronteiras de Iggspur.
A população de Zanthar, revoltada, caçou e exterminou os Tieflings que não conseguiram fugir da cidade. Aqueles Tieflings que não se envolveram na traição, foram também caçados. Os que tiveram sorte, escaparam da execução.
Mas desde então, os draconatos e humanos que moram em Zanthar têm desprezo, desconfiança e repulsa pelos Tieflings que ainda residem na cidade e região. Alguns deles decidiram pelo exílio voluntário. Outros, ainda residem na cidade.
A história da Traição correu todo o reino de Iggspur, e os Tieflings que moram em todo o reino são execrados e humilhados pelo que seus comuns fizeram em Zanthar.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Ano 832 C.A. – A Conspiração se forma em Underdark e a paz de Auriis será quebrada
Os Drows a chamam de “Menzoberranzan, a Poderosa”.
Apesar de não ser a maior cidade dos elfos negros, é considerado o principal centro político e comercial, visto não haver um reino Drow.
Situada em uma gigantesca carverna, antigamente lar de uma aranha gigante conhecida pelos anões como Araurilcaurak, as construções são feitas de forma a se moldar perfeitamente com os grandes pilares de rocha natural que ligam o chão e o teto em uma espécie de teia rochosa.
A reunião que ocorria era impensável, pois, pela primeira vez em sua história milenar, os Drows das várias Casas e cidades estavam unidos e atendiam a um objetivo único.
Havia representantes da Casa de S’sril, Thaeyalla, Baenre, Masq’il’yr, Nasadra, Tucheth, Uusralla, Xorlarrim, Urdenn, e das grandes cidades de Maeralyn, Jhachalkhyn e Dusklyngh, entre outras menores.
O Salão do Conselho estava lotado. Todas as Casas e cidades Drows haviam enviado seus representantes para a reunião. Além disso, Menzoberranzan estava com uma movimentação e um clima diferentes, pois também havia a visita de um número anormal de Illithids, Kuo-toas, Orcs, Duergars e outras raças vis habitantes de Underdark.
A agitação no Conselho foi diminuindo, conforme os presentes percebiam a chegada de Arach-Tinilith, governante de Menzoberranzan, Matriarca da Casa de Xorlarrim e Oráculo de Lolth. Era ela a responsável pela presença de todos naquela reunião. E naquele dia, teve início a Conspiração que levaria os povos de Underdark a unirem-se para guerrear e subjugar os povos da superfície.
![]() ![]() |
| Menzoberranzan, a Poderosa |
Em um mundo além daquele conhecido pelos homens, vasto, inóspito e na eterna escuridão de Underdark, há um complexo de cavernas escuras e selvagens, com labirintos de passagens e túneis. Nenhum aventureiro da superfície chegou ao fundo deste mundo subterrâneo.
E é no ponto mais distante do complexo de túneis e cavernas que cortam os subterrâneos de Auriis, que uma reunião impensável estava ocorrendo. Na cidade Drow de Menzoberranzan.Os Drows a chamam de “Menzoberranzan, a Poderosa”.
Apesar de não ser a maior cidade dos elfos negros, é considerado o principal centro político e comercial, visto não haver um reino Drow.
Situada em uma gigantesca carverna, antigamente lar de uma aranha gigante conhecida pelos anões como Araurilcaurak, as construções são feitas de forma a se moldar perfeitamente com os grandes pilares de rocha natural que ligam o chão e o teto em uma espécie de teia rochosa.
A reunião que ocorria era impensável, pois, pela primeira vez em sua história milenar, os Drows das várias Casas e cidades estavam unidos e atendiam a um objetivo único.
Havia representantes da Casa de S’sril, Thaeyalla, Baenre, Masq’il’yr, Nasadra, Tucheth, Uusralla, Xorlarrim, Urdenn, e das grandes cidades de Maeralyn, Jhachalkhyn e Dusklyngh, entre outras menores.
O Salão do Conselho estava lotado. Todas as Casas e cidades Drows haviam enviado seus representantes para a reunião. Além disso, Menzoberranzan estava com uma movimentação e um clima diferentes, pois também havia a visita de um número anormal de Illithids, Kuo-toas, Orcs, Duergars e outras raças vis habitantes de Underdark.
A agitação no Conselho foi diminuindo, conforme os presentes percebiam a chegada de Arach-Tinilith, governante de Menzoberranzan, Matriarca da Casa de Xorlarrim e Oráculo de Lolth. Era ela a responsável pela presença de todos naquela reunião. E naquele dia, teve início a Conspiração que levaria os povos de Underdark a unirem-se para guerrear e subjugar os povos da superfície.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
COMUNICADO IMPORTANTE!!!
Boa tarde amigos da ....!!!!
Quero avisá-los que mudei o foco do blog (mais uma vez, eu acho!).
Quando o criei, lá no final de 2009, a intenção era que fosse apenas para a campanha de D&D 4th que estou tocando com meu grupo.
No entanto, fui trazendo outras coisas para incorporar ao blog e também encorpá-lo, já que a campanha "ERA DO CAOS" estava praticamente inativa enquanto eu concluía o curso de Direito e estudava para o Exame da OAB.
Ultrapassadas com sucesso essas duas etapas (thanks god for the bomb!), voltei a trabalhar em cima da campanha de D&D, mas também passei a trazer novas informações ao blog.
Assim, deixo de nomea-lo como ERA DO CAOS - RPG e passo a nomeá-lo CONCILIUM RPG.
Desta forma, se torna mais plausível trazermos notícias diversas sobre RPG e sobre nossas campanhas de jogo. Também podemos "introduzir" (no bom sentido), novos elementos como contos, piadas, fofocas e tudo que nos interessa.
Bem, quem entendeu, entendeu! Quem não entendeu, quer que eu desenhe?!?!?!
Abraços
Marco "KHAOS" Pereira
Quero avisá-los que mudei o foco do blog (mais uma vez, eu acho!).
Quando o criei, lá no final de 2009, a intenção era que fosse apenas para a campanha de D&D 4th que estou tocando com meu grupo.
No entanto, fui trazendo outras coisas para incorporar ao blog e também encorpá-lo, já que a campanha "ERA DO CAOS" estava praticamente inativa enquanto eu concluía o curso de Direito e estudava para o Exame da OAB.
Ultrapassadas com sucesso essas duas etapas (thanks god for the bomb!), voltei a trabalhar em cima da campanha de D&D, mas também passei a trazer novas informações ao blog.
Assim, deixo de nomea-lo como ERA DO CAOS - RPG e passo a nomeá-lo CONCILIUM RPG.
Desta forma, se torna mais plausível trazermos notícias diversas sobre RPG e sobre nossas campanhas de jogo. Também podemos "introduzir" (no bom sentido), novos elementos como contos, piadas, fofocas e tudo que nos interessa.
Bem, quem entendeu, entendeu! Quem não entendeu, quer que eu desenhe?!?!?!
Abraços
Marco "KHAOS" Pereira
Os 7 Artefatos - Report nº 02
A sessão começou com os heróis acordando presos em celas em algum lugar de Undemountain.
Todos os dias, eram interrogados e torturados pelos seus carcereiros. Isso durou mais de 30 dias!
Entre os carcereiros, havia um halfling... por mais estranho que isso parecesse aos olhos dos heróis. Este halfling era o responsável por entregar os alimentos aos prisioneiros.
Geralmente, o pequenino dava mais comida do que havia sido instruído a fazer. Ele pensava que, mal alimentados, os prisioneiros não resistiriam à tortura por muito tempo. Se tivessem melhor alimentados, aguentariam mais as torturas, o que lhe agradava, pois assim os gritos de desespero não se encerravam tão rapidamente.
Os heróis, sem perceber a intenção do halfling, pensavam que ele estava tentando ajudá-los. Mas com o passar do tempo, e com seguidas abordagens dramáticas e psicológicas dos heróis, Ulmo (o halfling) acabou compadecendo-se dos prisioneiros e aceitou ajudá-los na fuga daquele cárcere em Undermountain.
P.S...: Para saber mais sobre essa campanha que passo a reportar no blog, visitem http://www.rockandrolldice.blogspot.com/
Todos os dias, eram interrogados e torturados pelos seus carcereiros. Isso durou mais de 30 dias!
Entre os carcereiros, havia um halfling... por mais estranho que isso parecesse aos olhos dos heróis. Este halfling era o responsável por entregar os alimentos aos prisioneiros.
Geralmente, o pequenino dava mais comida do que havia sido instruído a fazer. Ele pensava que, mal alimentados, os prisioneiros não resistiriam à tortura por muito tempo. Se tivessem melhor alimentados, aguentariam mais as torturas, o que lhe agradava, pois assim os gritos de desespero não se encerravam tão rapidamente.
Os heróis, sem perceber a intenção do halfling, pensavam que ele estava tentando ajudá-los. Mas com o passar do tempo, e com seguidas abordagens dramáticas e psicológicas dos heróis, Ulmo (o halfling) acabou compadecendo-se dos prisioneiros e aceitou ajudá-los na fuga daquele cárcere em Undermountain.
TO BE CONTINUED...
P.S...: Para saber mais sobre essa campanha que passo a reportar no blog, visitem http://www.rockandrolldice.blogspot.com/
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
A campanha do Mestre "Roger" - Os 7 Artefatos!
Atualmente nosso grupo joga duas campanhas paralelas: A Era do Caos (DM Marco) e Os 7 Artefatos (DM Roger).
No dia 02.10.10, tivemos a primeira sessão de jogo em que exploramos Underdark. Uma sessão com muita pancadaria para os combatentes e uns puzzles muito loucos para o ladino do grupo (no caso, EU!).
Aproveitamos para tirar algumas fotos daquela sessão, e começo a postar estas pela visão panorâmica do mapa de Underdark... pelo menos o nível em que iniciamos.
No dia 02.10.10, tivemos a primeira sessão de jogo em que exploramos Underdark. Uma sessão com muita pancadaria para os combatentes e uns puzzles muito loucos para o ladino do grupo (no caso, EU!).
Aproveitamos para tirar algumas fotos daquela sessão, e começo a postar estas pela visão panorâmica do mapa de Underdark... pelo menos o nível em que iniciamos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
(NORTHOLT) O CONTRA-ATAQUE DE FURIONDY - Confronto com Ullag (Final)
O desespero continua. O exército Orc, muito mais numeroso que a força defensiva de Furiondy, esmaga qualquer inimigo que está ao alcance de suas armas. Com a queda de seu líder Jacques, as tropas ficam sem ação e não estão atacando coordenadamente. Muitas vezes, abrindo espaço desnecessário e permitindo ataques bem executados de seus inimigos que passam por suas defesas.
Northolt não vê outra alternativa naquele mar de sangue a não ser forçar seus aliados a trabalharem em equipe para tentar salvar as vidas que ainda restam.
- Atenção homens, bater em retirada, o inimigo está nos emboscando. Faltam poucos minutos para o túnel se fechar!!!!
Sem sucesso, a tentativa de Northolt não gera resultados. Os poucos homens que restam estão assustados e não o reconhecem como um líder. Talvez, pensa ele, nem saibam que Jacques tenha caído em batalha.
Inspirando-se em Jacques, e na forma como ele guiava os exércitos, decide mudar sua estratégia. Sua intenção era primeiro conquistar a confiança de seus guerreiros. Ele precisaria fazer com que os soldados percebessem que deveriam trabalhar em equipe para sua própria seguranca. Sem pensar. Simplesmente obedecer ao comando.
"EXÉRCITO DE FURIONDY, SEU LÍDER CAIU. JACQUES FOI DERROTADO EM BATALHA. EU ESTOU NO COMANDO! OS TÚNEIS SE FECHARÃO EM BREVE. ASSUMIR BLOCO DEFENSIVO!!"
Northolt se espantou com o resultado de sua ordem. O exécito respondeu ao seu comando. Cada três guerreiros formaram um único bloco, lutando juntos e conseguindo assim se defender dos ataques insanos dos Orcs.
No mesmo istante, 4 outros guerreiros formaram uma barreira na frente e atrás de Northolt, assim como fariam com um comandate graduado, protegendo-o e dando suporte. Finalmente os guerreiros Furiondy estavam coordenados novamente e reconheceram Northolt como seu líder imediato!
"BLOCO NORTE ABRIR CAMINHO PARA O TUNEL. ARQUEIROS AO LESTE E AO SUL. BLOCO LESTE, DÊEM SUPORTE. BLOCO SUL E OESTE IMPEDIR O FLACO DOS ORCS. VAO...VAO...VAO...."
Neste momento, Northolt percebe uma alteração no seu tom de voz. Não fazia idéia que sua voz pudesse alcançar um timbre daqueles.
E suas ordens foram executadas. Um grupamento foi na frente, esmagando cada orc que se atrevia a aparecer na frente. Outro vindo logo atrás deles protegia suas costas caso algum orc ficasse para trás. E logo atrás deles, uma muralha de homens e anões não deixava que nenhum outro inimigo passasse por ali. Finalmente o exército estava rumo a segurança das muralhas do Forte!
O Bloco que Northolt se encontrava estava alguns passos a frente da muralha defensiva, totalmente exposto. Isso foi um tremendo erro de estratégia de Northolt. Os arqueiros inimigos perceberam que um novo líder havia se erguido e estava coordenando com sucesso o homens de Furiondy. Seu foco muda para ele e uma chuva de flechas começa a cair no bloco de Northolt, acertando-o no ombro machucado e em sua perna, bem como os outros homens na formação. O novo comandante só não cai no chão porque naquele momento um outro soldado o apara:
"Vamos Northolt, temos que sair daqui... Vamos voltar à formação. Aqui estamos totalmente expostos."
Northolt se da conta que já havia passado da hora de voltar. Mancando e apoiado pelo seu amigo, retorna as cavernas que em seguida tem a entrada implodida pelos anões, selando qualquer tentativa dos Orcs de a usarem.
Northolt não vê outra alternativa naquele mar de sangue a não ser forçar seus aliados a trabalharem em equipe para tentar salvar as vidas que ainda restam.
- Atenção homens, bater em retirada, o inimigo está nos emboscando. Faltam poucos minutos para o túnel se fechar!!!!
Sem sucesso, a tentativa de Northolt não gera resultados. Os poucos homens que restam estão assustados e não o reconhecem como um líder. Talvez, pensa ele, nem saibam que Jacques tenha caído em batalha.
Inspirando-se em Jacques, e na forma como ele guiava os exércitos, decide mudar sua estratégia. Sua intenção era primeiro conquistar a confiança de seus guerreiros. Ele precisaria fazer com que os soldados percebessem que deveriam trabalhar em equipe para sua própria seguranca. Sem pensar. Simplesmente obedecer ao comando.
"EXÉRCITO DE FURIONDY, SEU LÍDER CAIU. JACQUES FOI DERROTADO EM BATALHA. EU ESTOU NO COMANDO! OS TÚNEIS SE FECHARÃO EM BREVE. ASSUMIR BLOCO DEFENSIVO!!"
Northolt se espantou com o resultado de sua ordem. O exécito respondeu ao seu comando. Cada três guerreiros formaram um único bloco, lutando juntos e conseguindo assim se defender dos ataques insanos dos Orcs.
No mesmo istante, 4 outros guerreiros formaram uma barreira na frente e atrás de Northolt, assim como fariam com um comandate graduado, protegendo-o e dando suporte. Finalmente os guerreiros Furiondy estavam coordenados novamente e reconheceram Northolt como seu líder imediato!
"BLOCO NORTE ABRIR CAMINHO PARA O TUNEL. ARQUEIROS AO LESTE E AO SUL. BLOCO LESTE, DÊEM SUPORTE. BLOCO SUL E OESTE IMPEDIR O FLACO DOS ORCS. VAO...VAO...VAO...."
Neste momento, Northolt percebe uma alteração no seu tom de voz. Não fazia idéia que sua voz pudesse alcançar um timbre daqueles.
E suas ordens foram executadas. Um grupamento foi na frente, esmagando cada orc que se atrevia a aparecer na frente. Outro vindo logo atrás deles protegia suas costas caso algum orc ficasse para trás. E logo atrás deles, uma muralha de homens e anões não deixava que nenhum outro inimigo passasse por ali. Finalmente o exército estava rumo a segurança das muralhas do Forte!
O Bloco que Northolt se encontrava estava alguns passos a frente da muralha defensiva, totalmente exposto. Isso foi um tremendo erro de estratégia de Northolt. Os arqueiros inimigos perceberam que um novo líder havia se erguido e estava coordenando com sucesso o homens de Furiondy. Seu foco muda para ele e uma chuva de flechas começa a cair no bloco de Northolt, acertando-o no ombro machucado e em sua perna, bem como os outros homens na formação. O novo comandante só não cai no chão porque naquele momento um outro soldado o apara:
"Vamos Northolt, temos que sair daqui... Vamos voltar à formação. Aqui estamos totalmente expostos."
Northolt se da conta que já havia passado da hora de voltar. Mancando e apoiado pelo seu amigo, retorna as cavernas que em seguida tem a entrada implodida pelos anões, selando qualquer tentativa dos Orcs de a usarem.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
(MÂSH) Exôdo (Pt 2)
“Fique onde está, ou eles irão perceber nossa presença, idiota!” – uma voz rouca e imponente sussurrou para o jovem bárbaro.
Mâsh reunia toda sua determinação e força de vontade para não sair de seu esconderijo e atacar aquelas criaturas que estava observando a algum tempo. Ele não poderia, naquele momento em que seu clã estava passando por dificuldades, se rebelar e não acatar as ordens de Brutt, o atual líder dos guerreiros do clã.
Brutt era filho de Krattus e apenas 2 anos mais velho que Mâsh. Pela tradição, ele seria o sucessor de seu pai quando esse falecesse. Esse fato foi antecipado pela morte prematura de Krattus no ataque dos Trolls e Orcs. A Tradição também permite que outros aspirantes à liderança desafiem o líder dos guerreiros, para destituí-lo, mas aquela não era a época propícia para isso. E apesar de ainda novo, Brutt mostrava-se um líder tão astuto e habilidoso quanto seu pai.
Mâsh foi trazido à realidade pelo grito angustiado da jovem elfa prisioneira dos Trolls. Eram dois Trolls e um Gigante das Colinas, Mash pensava consigo mesmo, poderiam derrotá-los e libertar a jovem daquele sofrimento.
Ela havia sido violentada várias vezes e agora era alvo de um jogo de pontaria dos Trolls, que propositalmente erravam o alvo e acertavam a mulher com suas adagas, fazendo cortes e perfurações por onde corriam finos fios de sangue.
Mash fechou os olhos tentando se controlar. Mas abriu-os rapidamente quando ouviu um grunhido de dor vindo de um dos Trolls.
Ao abrir os olhos, viu que uma flecha de haste longa havia se alojado no joelho esquerdo do monstro. Rapidamente outra flecha atingiu-o no outro joelho e, numa sucessão rápida e certeira, outras três flechas atingiram-lhe a cabeça, matando-o antes mesmo de cair ao chão.
O Gigante que acompanhava os Trolls pegou algumas pedras de tamanho médio no chão e arremessou contra as árvores de onde haviam vindo as flechas. O Troll sobrevivente sacou sua espada e colocou o escudo à frente do corpo no exato momento que duas flechas vinham na direção do seu peito, cravando no escudo de madeira.
Ele aproximou-se da elfa e desferiu-lhe um golpe mortal no pescoço, que deixou a cabeça da jovem pendurada apenas por um pedaço de pele.
Nisso, 4 elfos saíram das árvores e atacaram o Troll e o Gigante. Poderiam vencer o inimigos facilmente, não fosse o fato de aquilo ser uma emboscada.
Detrás de um conjunto de rochas, outros 3 Trolls saíram de seus esconderijos e partiram e desabalada corrida na direção dos elfos, que se viram encurralados.
Mâsh não agüentou mais e decidiu agir. Mas naquele mesmo momento, Brutt deu o sinal e os Goliaths que até aquela hora observavam apenas, saíram de seus esconderijos e foram em auxílio aos elfos. Agora a briga estava equilibrada. E não demorou para que terminasse com a vitória dos elfos e dos Goliaths.
Mâsh reunia toda sua determinação e força de vontade para não sair de seu esconderijo e atacar aquelas criaturas que estava observando a algum tempo. Ele não poderia, naquele momento em que seu clã estava passando por dificuldades, se rebelar e não acatar as ordens de Brutt, o atual líder dos guerreiros do clã.
Brutt era filho de Krattus e apenas 2 anos mais velho que Mâsh. Pela tradição, ele seria o sucessor de seu pai quando esse falecesse. Esse fato foi antecipado pela morte prematura de Krattus no ataque dos Trolls e Orcs. A Tradição também permite que outros aspirantes à liderança desafiem o líder dos guerreiros, para destituí-lo, mas aquela não era a época propícia para isso. E apesar de ainda novo, Brutt mostrava-se um líder tão astuto e habilidoso quanto seu pai.
Mâsh foi trazido à realidade pelo grito angustiado da jovem elfa prisioneira dos Trolls. Eram dois Trolls e um Gigante das Colinas, Mash pensava consigo mesmo, poderiam derrotá-los e libertar a jovem daquele sofrimento.
Ela havia sido violentada várias vezes e agora era alvo de um jogo de pontaria dos Trolls, que propositalmente erravam o alvo e acertavam a mulher com suas adagas, fazendo cortes e perfurações por onde corriam finos fios de sangue.
Mash fechou os olhos tentando se controlar. Mas abriu-os rapidamente quando ouviu um grunhido de dor vindo de um dos Trolls.
Ao abrir os olhos, viu que uma flecha de haste longa havia se alojado no joelho esquerdo do monstro. Rapidamente outra flecha atingiu-o no outro joelho e, numa sucessão rápida e certeira, outras três flechas atingiram-lhe a cabeça, matando-o antes mesmo de cair ao chão.
O Gigante que acompanhava os Trolls pegou algumas pedras de tamanho médio no chão e arremessou contra as árvores de onde haviam vindo as flechas. O Troll sobrevivente sacou sua espada e colocou o escudo à frente do corpo no exato momento que duas flechas vinham na direção do seu peito, cravando no escudo de madeira.
Ele aproximou-se da elfa e desferiu-lhe um golpe mortal no pescoço, que deixou a cabeça da jovem pendurada apenas por um pedaço de pele.
Nisso, 4 elfos saíram das árvores e atacaram o Troll e o Gigante. Poderiam vencer o inimigos facilmente, não fosse o fato de aquilo ser uma emboscada.
Detrás de um conjunto de rochas, outros 3 Trolls saíram de seus esconderijos e partiram e desabalada corrida na direção dos elfos, que se viram encurralados.
Mâsh não agüentou mais e decidiu agir. Mas naquele mesmo momento, Brutt deu o sinal e os Goliaths que até aquela hora observavam apenas, saíram de seus esconderijos e foram em auxílio aos elfos. Agora a briga estava equilibrada. E não demorou para que terminasse com a vitória dos elfos e dos Goliaths.
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