quarta-feira, 24 de novembro de 2010

KHAOS REPORT #005 ( Sessão dia 16.10.2010)

Ativando a armadilha de setas e o confronto com os Kobolds nos dormitórios!
Os heróis descem as escadas e, descuidadamente, ativam uma nova armadilha deixada pelos kobolds. Setas são disparadas por pequenos buracos quase imperceptíveis na estátua, causando novos ferimentos em Horven e Northolt. Após a saraivada de setas, o grupo espraia-se pelo aposento sob a luz bruxuleante das tochas, que parecem dar vida à estátua que ocupa o centro da câmara entre as colunas de pedra.
Um corredor no final da câmara tem caminhos escuros para a esquerda e para a direita. O silêncio sepulcral só é quebrado pelos passos que parecem ecoar centenas de vezes na escuridão do corredor.
Sem conseguirem identificar qual o caminho tomado pelos kobolds, Gilkan e Mâsh seguem pelo caminho da esquerda enquanto os demais aguardam no meio caminho do corredor. Apenas Paella fica mais distante, cuidando para que não haja surpresas pelo corredor da direita.
O bruxo cruza uma passagem em arco que leva a um amplo dormitório. Beliches ficam encostados nas paredes. Duas mesas de madeira e cadeiras ocupam a parte central do aposento e há armários nas paredes onde não há beliches. Sobre as mesas, há pratos e taças de barro com restos de comida e bebida. O teto é mais baixo que nos corredores. Mâsh fica de sobreaviso na entrada do dormitório. Às suas costas, outra passagem em arco para outro dormitório totalmente na escuridão.
Apesar de todo o cuidado e atenção dos heróis, a furtividade dos Kobolds foi muito bem executada e pegam o bruxo de surpresa. Surgindo detrás dos barris e de espaços minúsculos entre os móveis do aposento, eles saltam sobre Gilkan armados com suas azagaias e espadas curtas. Mâsh reage ao ataque e entra no dormitório também. O combate que tem início é duro e rápido. Golpes precisos de ambos os lados são desferidos, causando muita dor e sofrimento.
Embora Mâsh e Gilkan tenham enfrentado um maior número de inimigos, a força do bárbaro e o poder mágico do bruxo foram letais para os inimigos.
Mas quando pensavam estarem livres do perigo, por enquanto, Paella avisa ao grupo que os problemas estavam apenas começando...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

KHAOS REPORT #004 (Sessão dia 16.10.2010)

Após andarem cautelosamente pelo corredor escuro, iluminado apenas pela tocha carregada por Herewald, os heróis chegam à porta fechada pelos Kobolds. A porta está trancada e, embora a fechadura, seja rústica e grande, parece bem complicada de ser aberta sem a chave. O metal é liso e parece novo, e nele está pintada uma garra animalesca na cor vermelha. As dobradiças prendem a porta firmemente na rocha do túnel, tornando muito difícil uma tentativa de arrombá-la.. Do outro lado da porta, há um silêncio sepulcral.
Horven pede que Herewald use suas habilidades para tentar destrancar a porta. Mas deixa um aviso:

“Cuidado, Herewald! Veja essas frestas estranhas que tem nas pedras e no chão neste corredor. Isso me parece ser uma armadilha.”

Herewald, sem se preocupar muito com o aviso, aproxima-se da porta e começa uma busca minuciosa por um gatilho da armadilha. Não demora muito e encontra-o na própria fechadura. Ele então saca suas ferramentas especiais e inicia o trabalho delicado de desarmar o dispositivo deixado pelos inimigos. Suas mãos hábeis trabalham num ritmo cadenciado e constante. Mas então, mesmo com todo o cuidado tomado, a armadilha é disparada. O “click” do gatilho é inconfundível para o ladino, que não tem tempo de avisar seus companheiros. Lâminas serrilhadas surgem das paredes e do chão, em um ritmo seqüencial e de forma que não permita que os alvos consigam escapar. O serrilhado das lâminas de aço atravessam armaduras e rasgam a pele dos heróis, espirrando sangue nas paredes e chão.
Felizmente para o grupo, esta armadilha não mostra-se tão mortal quanto parecia naquele momento. Sua função é apenas causar ferimentos que levem os invasores a desistirem de avançar ainda mais naquela caverna.
Mas a persistência e a curiosidade, agora misturada com a raiva de terem sido pegos naquela armadilha dos Kobolds, supera o temor de avançar por mais corredores escuros.
A sala da estátua - level 2
Com a armadilha desativada, Herewald destranca a porta e os heróis vêem um pequeno corredor com degraus que dá acesso a uma antecâmara retangular. As paredes ainda demonstram a escavação na rocha natural, mas já são lineares e não mais curvas, como se estivessem prontas para receberem os blocos de cascalho e granito. No centro da antecâmara, de frente para a porta, há uma estátua de pedra representando um Bugbear de mais de 2 metros de altura. Ela está sobre um pedestal também de pedra. A estátua foi muito bem trabalhada, com as feições raivosas e quase vivas do ser representado, apontando com raiva para a porta, intimidando aqueles que a atravessam. Há colunas de rochas naturais nas pontas do aposento, e nestas há tochas acesas iluminando a antecâmara.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

PODEROSOS NPC´S - O Chanceler dos Dragões Prateados de Zanthar

RASSHAK SLAZZ – Conselheiro dos Dragões Prateados de Zanthar

Os Dragões Prateados de Zanthar são uma Ordem de Paladinos que têm como princípios os ensinamentos de Bahamut: justiça, bondade, auxílio aos necessitados e a ordem social. Ainda que fundada na cidade-fortaleza de Zanthar, hoje o principal templo doutrinário é a capital Zarafir, sendo que a cidade onde foi fundada serve como templo das artes marciais.
O líder da Ordem na cidade é o Chanceler Rasshak Slazz. Um draconato veterano de guerras, que tem como principais características a bondade, a sabedoria e o pulso-firme quando necessário impor a ordem e a justiça.
Rasshak é constantemente assediado para tornar-se Grão-Mestre da Ordem e mudar-se para Zarafir. Mas recusou todas as investidas de seus amigos e aliados, pois costuma dizer que “é junto aos necessitados que meu saber é mais útil, e não no doutrinamento de futuros paladinos!”.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

KHAOS REPORT #003 ( Sessão dia 16.10.2010)

Mâsh é o primeiro a atender ao chamado do Eladrin. Ele dispara pelo corredor tentando interceptar qualquer possível perseguidor. A luz fraca e bruxuleante da tocha deixada por Paella permite que o bárbaro veja o corredor à frente. Ele entra no corredor, brandindo seu machado, e defronta-se com duas pequenas criaturas de feições draconicas, que se movem de maneira a tentar flanqueá-lo. Eles empunham escudos e espadas.
De trás das barricadas de pedras, outras criaturas dracônicas arremessam suas azagaias na direção do bárbaro, atingindo-o no braço e perna, causando cortes por onde começa a fluir pequenos fios de sangue quente.
O bárbaro é seguido por Gilkan e Paella que também entram no combate. Nortolth, Herewald e Horven vêm um pouco mais atrás e posicionam-se também para lutar contra os inimigos.
Com o desenrolar do combate, o Senhor da Guerra meio-elfo utiliza seus comandos de guerra para permitir que seus aliados sobrepujem os adversários.
Vendo que a situação pendia para os heróis, os kobolds usam suas habilidades de fuga e fogem pelo corredor que defendiam. Mas antes, um deles vira os três barris que usava como proteção. Dos barris, uma grande quantidade de um óleo viscoso escorre pelo chão. Em seguida, o pequeno monstro ateia fogo no óleo, formando uma barreira de chamas entre os kobolds fugitivos e os heróis.
Mâsh e Horven, que estavam dentro da área pela qual o óleo se espalhara, são pegos imediatamente pelo fogo. O Bárbaro, equilibrando-se no piso escorregadio, consegue sair daquela barreira de chamas com algumas queimaduras. Horven não tem a mesma sorte e, sob o peso e falta de mobilidade de sua armadura de batalha, acaba caindo e é engolfado totalmente pelas chamas. Ele debate-se de um lado ao outro e tenta sair daquele local rolando.
Gilkan e Herewald tentam passar pelas chamas de forma mais acrobática, e assim não perder os inimigos que fogem pelo corredor do outro lado. O ladino consegue passar pelas chamas apenas com sua capa tendo as pontas chamuscadas. Já o bruxo não teve a mesma sorte – ou habilidade – e escorregou faltando alguns centímetros para cruzar totalmente a área. Por sua ascendência demoníaca – afinal, é um Tiefling –, Gilkan quase não sofre danos e consegue levantar-se e seguir para um ponto longe do fogo.
Northolt também consegue esgueirar-se pelas chamas e chega ao outro lado, sem ter muitas queimaduras. Horven, com a barba e os cabelos um pouco queimados, consegue finalmente rolar para fora do fogo, sendo atendido por alguns dos companheiros que ajudam-no a apagar o fogo de sua armadura, que outrora fora brilhante e reluzente, mas que agora está preta, queimada e não emana nenhum reflexo das labaredas próximas.
Apesar de terem feito a travessia o mais rápido possível, ao entrarem no corredor escuro pelo qual os kobolds haviam fugido, ouvem a batida forte de uma porta de ferro sendo fechada pesadamente à frente, mas sem conseguir ver na escuridão crepuscular do corredor que serpenteia vários metros à frente.