segunda-feira, 18 de abril de 2011

KHAOS REPORT #016 (Interlúdio: PBEM)

Enquanto recolhem seus pertences e preparam-se para o trecho final da viagem à Brindol, Paella aproxima-se de Mâsh, que está pensativo olhando para o norte.

"Ei bárbaro, ouvi o que o Volo disse sobre sua busca. Só quero dizer que eu vou contigo atrás do seu companheiro para resgatá-lo.” – Mâsh olha sobresaltado com essa determinação do seu novo amigo, que continua – “Minhas habilidades poderão ser úteis na busca e na infiltração! Além disso, vou adorar conhecer a região norte de Auriis! Parece-me um ótimo local para evoluir nossas habilidades e experiência em campo. Se precisar, minhas lâminas também estão a sua disposição para fazer esses orcs se redimirem, ou exorcizar o mal que habita o coração deles."

Mâsh estende sua mão e ambos se cumprimentam.

"Obrigado ranger! O pequeno é, na verdade, meu filho.” – o Goliath fica com os olhos marejados e faz uma pausa enquanto controla sua dor e emoção. Depois continua sua explicação. “Ele foi capturado pelos orcs num devastador ataque a minha aldeia. Todos os outros morrera m no ataque!” – mais uma vez o bárbaro faz uma pausa, tomado pela emoção. “Inclusive a mãe dele. Eu fui ferido e cai desacordado então devem ter achado que eu tava morto e me deixaram lá. Quando acordei, não vi nem sinal do meu moleque. Como os outros tavam mortos, e não vi o corpo do meu filho, acho que está vivo ainda e agora busco por ele. Será muito bom ter a ajuda de você, Paella! Cirith Hil, pelo que o bardo disse, parece um lugar difícil...” – e deixa no ar essas palavras, incompletas, mas que revelam todo o temor que passa por sua mente quando pensa em como deve ser esse local.

Paella, entusiasmado, dá uns tapas no braço de Mâsh e fala mais alto do que esperava:

"ÓTIMO VAMOS PARA CIRITH HILL!!” – mas em seguida lembra-se que ainda está em uma missão. “É, bem, assim que concluirmos a entrega em Brindol!!"

Depois, com um sorriso iluminado pelo sol nascente que revela toda a beleza da raça feérica de Paella, ele volta à sua mochila para terminar de arrumá-la. Enquanto isso, chama pelo bardo que já está roncando.
O bardo, para ver se o Eladrin para de lhe encher, responde rápida e sucintamente.

“Sempre para o norte criatura! Sempre para o norte! Agora me deixe descansar!”

Sabendo que não tirará mais respostas do viajante, o Lâmina de Corellon segura em sua mão o simbolo de sua divindade e ora: "Meu protetor e preservador da minha vida, me guie e deixe eu perceber o melhor caminho para ajudar o bárbaro na busca por seu pequeno filho. Peço perdão por não perseguir aqueles que atacaram a floresta da lua, mas eu prometo que vou encontra-los e colocar um fim nos seus planos".
Depois que todos estão prontos começam a descida da montanha. Embora mais fácil do que a subida, o anão ainda encontra dificuldades e não deixa de resmungar. Ao longo da descida, os heróis comentam sobre os planos a seguirem após entregarem a mochila para Sertanian. Em tom amargo, o anão responde:

“Pessoalmente espero não ficarmos muito tempo em Brindol! Odeio essas questões diplomáticas e toda essa burocracia dos humanos. A guerra tá comendo solta e eles ficam enviando mensagens secretas? Montem o exército e ataquem logo!”

Um pequeno silêncio entre os viajantes, pensando sobre a solução simplista do anão, que continua em seu raciocínio.

“Uma vez estive no Conclave Anão onde fiquei observando Anciões murmurarem por horas, sem chegar a um consenso. Horas! Os orcs atacando e eles discutindo se entrariam ou não na guerra? É o fim! Por isso, da minha parte, proponho entregarmos a mochila e partirmos o mais rápido de lá em direção a tal mina de Ciriht Hill. Salvamos o pequeno Goliath e de quebra arrebentamos uns crânios de Orcs!” – finalmente o anão soltou uma gargalhada e melhorou o humor com as visões de um futuro promissor contra os odiados orcs.

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