O combate contra a criatura selvagem foi aterrorizante para os heróis. Horven, diante do iminente perigo, saltou da carroça para tentar ajudar Paella. Mas, devido ao piso irregular e pedregoso, perdeu o equilíbrio e foi ao chão.
O Eladrin viu-se em sérios apuros quando a enorme criatura desferiu poderosos golpes com suas garras pontiagudas, rasgando suas vestes e lacerando sua carne. Gilkan, o bruxo, disparava suas rajadas místicas tentando ferir o animal, mas não conseguia causar grandes danos, pois se preocupava com seus amigos.
O Eladrin tenta se afastar da criatura, para atacá-la de uma distância segura, mas o animal atinge-o diversas vezes com suas garras, impedindo qualquer tentativa do Lâmina Prateada.
Horven, enfim, consegue chegar no combate e é contra golpeado pelo Urso, que usando seus poderes, causa um grande dano no anão que cai inconsciente.
Muito ferido, Paella já pensa que seus dias estão chegando ao fim, incapaz de impedir aquela fúria selvagem. Gilkan atinge o monstro com seus poderes místicos, mas o inimigo parece não sentir os ferimentos causados.
Neste momento de desespero, quando tudo parecia perdido, eis que por detrás da carroça do grupo surge um cavaleiro empunhando sua lança e, a galope com seu corcel de guerra, parte na direção do urso.
No entanto, por um acaso do destino, ou pela irregularidade do terreno, o cavalo prende a pata e um buraco e cai com o cavaleiro. Na queda, o bravo guerreiro quebra o pescoço e fica imobilizado bem diante do animal furioso. Não há escapatória! Com fúria mortal, o urso atinge-o bem no rosto com sua mordida brutal. Paella, que estava próximo, consegue ouvir os ossos do crânio do cavaleiro se partirem enquanto sangue espirra da bocarra do animal.
Embora tenha sido uma situação caótica e inesperada, foi o suficiente para uma reação rápida de Gilkan e Paella. Com a iniciativa do contra-ataque, conseguem ferir gravemente o urso, que foge para seu covil levando o corpo do cavaleiro morto.
O salvador dos heróis morreu sem o reconhecimento e sem que ao menos soubessem o seu nome. No cavalo, que estava mortalmente ferido após a queda, encontraram apenas comida e o escudo com um brasão (não identificado).
Fizeram um pequeno memorial para aquele que, sem os conhecer, deu sua vida para salvá-los. O “herói anônimo”, como foi nomeado por Horven em suas orações.
Então, após recuperarem sua vitalidade e poderes, retomam o caminho em busca do covil dos "Garras Vermelhas da Perdição".
segunda-feira, 11 de julho de 2011
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